domingo, março 29, 2026
Há dezasseis anos houve uns atentados terroristas em Moscovo
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Georges Seurat morreu há 135 anos...
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Charles-Valentin Alkan morreu há 138 anos
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Lima Duarte celebra hoje 96 anos
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Eduardo Prado Coelho nasceu há oitenta e dois anos...
(imagem daqui)
Eduardo de Almeida do Prado Coelho (Lisboa, 29 de março de 1944 - Lisboa, 25 de agosto de 2007) foi um professor, escritor e ensaísta português.
Filho do professor Jacinto de Almeida do Prado Coelho e de sua mulher Dália dos Reis de Almeida, cresceu em Lisboa e licenciou-se em Filologia Românica, na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Na mesma instituição viria a obter o doutoramento, com uma tese intitulada A Noção de Paradigma nos Estudos Literários. Foi assistente da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, entre 1970 e 1983. Em 1984 tornou-se professor associado da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Como professor convidado, lecionou ainda no Curso de Comunicação Social e Cultural da Universidade Lusófona, bem como no Departamento de Estudos Ibéricos da Universidade de Paris III.
Militante do Partido Comunista Português em 1974 e 1975, durante o Processo Revolucionário em Curso, Prado Coelho ocupou vários cargos públicos, tendo sido diretor-geral de Ação Cultural, organismo criado com a Revolução de Abril, entre 1975 e 1986, conselheiro cultural na Embaixada de Portugal em Paris, entre 1989 e 1999, comissário de Literatura e Teatro na Europália Portuguesa, em 1990, diretor da Delegação de Paris do Instituto Camões, entre 1997 e 1998, e representante de Portugal no Salon du Livre, em 2000. Além disso integrou o Conselho Diretivo do Centro Cultural de Belém, o Conselho Superior do Instituto do Cinema, Audiovisual e Multimédia e o Conselho de Opinião da RDP e da RTP.
Teve ampla colaboração em jornais e revistas e publicou uma crónica semanal no jornal Público até à data da sua morte. Da sua bibliografia ensaística, destacam-se Os Universos da Crítica, O Reino Flutuante, A palavra sobre a palavra, A letra litoral, A mecânica dos fluidos, A noite do mundo, além de um diário, intitulado Tudo o que não escrevi. Publicou nos seus últimos anos de vida Diálogos sobre a fé, com D. José Policarpo, e Dia Por Ama, com Ana Calhau. Em 1996 recebeu o Grande Prémio de Literatura Autobiográfica da Associação Portuguesa de Escritores, em 2004, o Grande Prémio de Crónica João Carreira Bom, e em 2004, o Prémio Arco-íris, da Associação ILGA Portugal, pelo seu contributo para a igualdade baseada na orientação sexual.
Casou pela primeira vez em Lisboa, a 2 de janeiro de 1967, com Maria Eduarda Ovelheira dos Reis Colares, de quem teve uma filha, a jornalista Alexandra Prado Coelho, e de quem se divorciou, casando ela pela segunda vez com Lauro António. Casou ele, pela segunda vez, na Figueira da Foz, a 14 de novembro de 1979, com Maria Teresa Alves Tocha, sem geração, e casou pela terceira vez em Cascais a 20 de fevereiro de 1998 com Maria da Conceição Campina Caleiro, sem geração, de quem se divorciou para viver com a escritora Maria Manuel Viana, a sua companheira até ao fim da vida.
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Vangelis nasceu há oitenta e dois anos...
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Astrud Gilberto nasceu há 86 anos...
Casada com João Gilberto, entre 1959 e 1964, foi o seu grande incentivador a vencer seu medo de palco e em 1963, mesmo ainda sendo uma cantora amadora na época, e pelo seu inglês excelente (seu pai era professor de línguas), foi a primeira que gravou a versão em inglês de Garota de Ipanema, a segunda música mais gravada de todos os tempos.
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Fernando Tordo - 78 anos
Postado por Fernando Martins às 07:08 0 comentários
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Alan Merrill morreu há seis anos...
Alan Merrill (born Allan Preston Sachs; New York City, February 19, 1951 – New York City, March 29, 2020) was an American vocalist, guitarist and songwriter. In the early 1970s, he was one of the few resident foreigners to achieve pop star status in Japan. He was the writer of, and lead singer on, the first released version of the song "I Love Rock 'n' Roll", which was recorded by his band the Arrows in 1975. The song became a breakthrough hit for Joan Jett in 1982.
Merrill was primarily a vocalist and songwriter, but also played the guitar, bass guitar, harmonica, and keyboards. He died during the COVID-19 pandemic due to complications brought on by the virus.
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Saudades da música de Alain Oulman...
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O asteroide Vesta foi descoberto há 219 anos
Postado por Fernando Martins às 02:19 0 comentários
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O Desastre da Ponte das Barcas foi há 217 anos...
As "Alminhas da Ponte" lembram a tragédia de 29 de março de 1809, no Rio Douro
A chamada Ponte das Barcas foi uma ponte sobre o Rio Douro que existiu na cidade do Porto no início do século XIX, construída sobre barcaças.
A necessidade de haver uma travessia para a margem Sul do Douro para circulação de pessoas e mercadorias do Porto, constituiu uma preocupação permanente ao longo dos séculos. Ao longo dos tempos houve várias "pontes das barcas" construídas para determinados propósitos, como a rápida deslocação de contingentes militares. No entanto, por regra a travessia do Douro fazia-se com recursos a barcos, jangadas, barcaças ou batelões.
A Ponte das Barcas, construída com objetivos mais duradouros, foi projetada por Carlos Amarante e inaugurada a 15 de agosto de 1806. Era constituída por vinte barcas ligadas por cabos de aço e que podia abrir em duas partes para dar passagem ao tráfego fluvial.
Foi nessa ponte que se deu o famoso desastre da Ponte das Barcas, em que milhares de legionários franceses pereceram, perseguindo portugueses civis e militares através da ponte e à carga de baionetas das tropas da segunda invasão francesa, comandada pelo marechal Soult, em 29 de março de 1809. Mais de quatro mil pessoas morreram. Mas os Portugueses conseguiram alcançar o posto militar da Serra do Pilar, em Vila Nova de Gaia, contribuindo para o fracasso da 2ª invasão Francesa.
Anos mais tarde, a cidade do Porto recebeu o famoso título de "Antiga, Mui Nobre, Sempre Leal e Invicta Cidade do Porto".
Reconstruida depois do desastre, a Ponte das Barcas acabaria por ser substituída definitivamente pela Ponte D.ª Maria II, em 1843.
Desenho do Barão de Forrester
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A Batalha de Towton foi há 565 anos...
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Um espetáculo, no Coliseu dos Recreios, há 51 anos, mostrou que o estava para vir...
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A Mariner 10 chegou a Mercúrio há 52 anos
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Carl Orff morreu há quarenta e quatro anos...
Contudo, a sua maior contribuição se situa na área da pedagogia musical, com o Método Orff de ensino musical, baseado na percussão e no canto. Orff criou um centro de educação musical para crianças e leigos em 1925, no qual trabalhou até à morte.
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Alain Oulman morreu há 36 anos...
Alain Robert Oulman (Oeiras, Cruz Quebrada - Dafundo, 15 de junho de 1928 - Paris, 29 de março de 1990) foi o grande responsável por alguns dos maiores sucessos de Amália. Foi também o editor do livro "Le Portugal Baillonné - témoignage" ("Portugal Amordaçado") de Mário Soares.
"Cantei porque para mim era fado. A nobreza que está lá dentro é que conta. Se não tem fado para os outros, para mim tem"
"Alain Oulman, que em sucessivos discos publicados nos anos 50 e 60 soube transformar a fadista Amália Rodrigues - cuja popularidade era incontestada desde o final da Segunda Guerra - na «Amalia», sem acento, que se tornou diva internacional. Oulman divulgou a voz, mas soube renovar-lhe a cada passo os atributos com desafios ousados: primeiro, já não apenas a guitarra e a viola, mas também os acompanhamentos orquestrais, depois as variações sobre estes, conduzindo-a ao extremo de um «jazz combo»."
Jorge P. Pires, Expresso, 1998
"Eu tenho uma proximidade muito maior com a Amália dos anos 60, do período do Oulman. Cabe tudo ali - e é isso que lhe dá dimensão. Nós não podemos reduzi-la - como ela nunca se quis reduzir - a um qualquer sub-género do seu reportório."
Rui Vieira Nery, DN, 2002
Amália Rodrigues - Gaivota
Poema: Alexandre O'Neill
Música: Alain Oulman
Se uma gaivota viesse
trazer-me o céu de Lisboa
no desenho que fizesse,
nesse céu onde o olhar
é uma asa que não voa,
esmorece e cai no mar.
Que perfeito coração
no meu peito bateria,
meu amor na tua mão,
nessa mão onde cabia
perfeito o meu coração.
Se um português marinheiro,
dos sete mares andarilho,
fosse quem sabe o primeiro
a contar-me o que inventasse,
se um olhar de novo brilho
no meu olhar se enlaçasse.
Que perfeito coração
no meu peito bateria,
meu amor na tua mão,
nessa mão onde cabia
perfeito o meu coração.
Se ao dizer adeus à vida
as aves todas do céu,
me dessem na despedida
o teu olhar derradeiro,
esse olhar que era só teu,
amor que foste o primeiro.
Que perfeito coração
no meu peito morreria,
meu amor na tua mão,
nessa mão onde perfeito
bateu o meu coração.
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A Ponte Vasco da Gama foi inaugurada há vinte e oito anos
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Maurice Jarre morreu há dezassete anos...

Maurice-Alexis Jarre (Lyon, 13 de setembro de 1924 - Los Angeles, 29 de março de 2009) foi um compositor francês.
Famoso por compor a banda sonora de grandes sucessos de bilheteira, foi vencedor de três Óscares, quatro Globos de Ouros, dois BAFTA e um GRAMMY. Possui uma estrela na Calçada da Fama em Hollywood Boulevard. Além de suas composições para cinema e teatro, também compôs música para ballets, concertos, óperas e cantatas. Era o pai do famoso compositor de música eletrónica Jean Michel Jarre.
Biografia
Maurice Jarre demonstrou seu interesse por música na sua adolescência, e contra a vontade de seu pai, matriculou-se no Conservatório de Paris, onde estudou percussão, composição musical e harmonia.
A sua carreira musical ganhou impulso quando, em 1961, o produtor Sam Spiegel o indicou para trabalhar com David Lean no seu filme Lawrence da Arabia. Inicialmente a música deste filme seria composta por três compositores, sendo que por vários motivos o trabalho ficou totalmente nas mãos de Jarre, o que lhe rendeu o Óscar de melhor banda sonora. Depois deste filme, veio a colaborar em mais três filmes de David Lean: Doutor Jivago, A filha de Ryan e Passagem para a Índia. Dois destes filmes também lhe renderam o Óscar e popularidade, tanto que já estava proposto para compor a banda sonora de outro filme do diretor, intitulado Nostromo, porém Lean morreu antes de chegar a produzi-lo.
Maurice Jarre costumava utilizar muita percussão nas suas bandas sonoras, chegando a incluir instrumentos étnicos como a cítara em Lawrence of Arabia, ou a fujara em A Tin Tambor. Nos anos 80 incluiu arranjos eletrónicos em sua música, e chegou compor uma banda sonora totalmente eletrónica, para o filme The Year of Living Dangerously (O ano em que vivemos em perigo).
Vida pessoal
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Saudades de Astrud Gilberto...
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Música de aniversariante de hoje...!
Postado por Pedro Luna às 00:07 0 comentários
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sábado, março 28, 2026
Notícia sobre origem e evolução das plantas terrestres..
Como é que as plantas vieram do mar para a terra e mudaram a nossa vida para sempre?

Uma geocientista explica como surgiram as primeiras plantas na Terra, muito antes dos dinossauros, e como o seu crescimento moldou a vida no planeta tal como a conhecemos. Afinal, qual foi a primeira planta do mundo?
Muito antes de os dinossauros, a Terra parecia muito diferente do planeta que conhecemos hoje. Há cerca de 500 milhões de anos, a maior parte da superfície da Terra era rocha nua e solo seco. Não havia árvores, nem relva, nem flores. A vida existia quase inteiramente nos oceanos.
Depois aconteceu algo extraordinário: as plantas começaram a crescer em terra.
Antepassados das plantas viviam na água
A história das plantas começa na água. Os primeiros organismos semelhantes a plantas eram formas de vida verdes simples e minúsculas, como as algas. Ainda hoje pode ver algas como algas marinhas ao longo das praias ou como lodo verde nas rochas em lagoas.
As algas vivem nos oceanos e lagos da Terra há mais de mil milhões de anos. Conseguem produzir o seu próprio alimento, utilizando luz solar, água e dióxido de carbono para criar açúcares. Este processo chama-se fotossíntese; liberta oxigénio – o gás de que precisamos para respirar – como subproduto.
No início, a atmosfera da Terra tinha muito pouco oxigénio. Ao longo de milhões de anos, organismos que realizam fotossíntese, como as algas e algumas bactérias, libertaram lentamente oxigénio para o ar.
Esta mudança, também chamada Grande Evento de Oxigenação, tornou possível que formas de vida maiores e mais complexas evoluíssem. Sem organismos produtores de oxigénio, os animais, incluindo os seres humanos, nunca poderiam ter existido.
Os cientistas acreditam que as primeiras plantas verdadeiras evoluíram a partir de algas verdes há cerca de 470 milhões de anos.
Estas plantas primitivas viviam em águas pouco profundas perto das linhas de costa, onde as condições mudavam frequentemente. Por vezes estavam submersas e, por vezes, expostas ao ar. Este habitat ajudou-as a adaptar-se lentamente à vida em terra.
Conseguir estabelecer-se em terra firme
Passar para a terra não foi fácil. As plantas aquáticas são sustentadas pela água e conseguem absorver nutrientes facilmente, mas as plantas terrestres enfrentaram novos desafios. Como evitariam secar? Como poderiam manter-se de pé sem flutuar? Como obteriam água e nutrientes do solo seco?
Para sobreviver, as primeiras plantas desenvolveram novas características importantes. Uma adaptação fundamental foi um revestimento ceroso, chamado cutícula, que ajudava a manter a água dentro da planta.
As plantas também desenvolveram paredes celulares mais fortes que lhes permitiam manter-se de pé contra a gravidade. Estruturas simples semelhantes a raízes, chamadas rizoides, ajudavam a fixar as plantas ao solo e a absorver água e minerais do solo.
As primeiras plantas terrestres eram muito pequenas e simples. Pareciam-se com musgos modernos, hepáticas e antóceros, que ainda hoje crescem em locais húmidos como o chão das florestas e as margens de cursos de água.
Estas plantas não tinham raízes ou caules verdadeiros e mantinham-se próximas do solo. Fósseis de plantas terrestres primitivas, como Cooksonia, datam de há cerca de 430 milhões de anos e mostram pequenos caules ramificados com apenas dois ou três centímetros de altura.
Mesmo sendo minúsculas, estas plantas tiveram um enorme impacto na Terra. À medida que as plantas se espalharam pela terra, as suas raízes ajudaram a decompor rochas em solo, um processo chamado meteorização.
Há cerca de 420 milhões de anos, as plantas desenvolveram tecido vascular: pequenos tubos que transportam água e nutrientes por toda a planta.
Isto criou solos mais ricos que podiam sustentar mais vida.
Complexidade crescente ao longo de milhões de anos
Depois de as plantas se estabelecerem em terra, a evolução continuou.
Há cerca de 420 milhões de anos, as plantas desenvolveram tecido vascular: pequenos tubos que transportam água e nutrientes por toda a planta.
Esta adaptação permitiu que as plantas crescessem mais altas e mais fortes, porque a água podia ser transportada para cima desde as raízes até às folhas. Estas plantas vasculares incluíam parentes primitivos dos fetos e dos licopódios.
Com o tecido vascular, a vida vegetal começou realmente a florescer.
Por volta de 360 milhões de anos atrás, vastas florestas cobriam grande parte da Terra. Fetos gigantes e plantas semelhantes a árvores, algumas com mais de 30 metros de altura, dominavam a paisagem.
Com o tempo, material vegetal morto dessas florestas foi enterrado e comprimido, formando eventualmente carvão, que as pessoas ainda utilizam hoje como fonte de energia.
Outro grande passo na evolução das plantas foi o desenvolvimento das sementes, há cerca de 380 milhões de anos, encontradas nos fetos com semente.
Outras plantas com sementes, como as primeiras coníferas – um grupo que inclui os pinheiros modernos – podiam reproduzir-se sem precisar de água para a fertilização. As sementes protegiam os embriões das plantas e permitiam que sobrevivessem a condições difíceis como seca ou frio.
A evolução vegetal mais recente ocorreu há cerca de 140 milhões de anos, quando surgiram as plantas com flor, aquilo a que os cientistas chamam angiospérmicas.
As flores ajudaram as plantas a atrair animais como insetos e aves, que espalham pólen e sementes. Os frutos desenvolveram-se para proteger as sementes e ajudá-las a dispersar-se. Hoje, as plantas com flor constituem a maioria das plantas que vemos, incluindo árvores, relvas, frutos e vegetais.
As primeiras plantas não se limitaram a sobreviver; transformaram a Terra. Mudaram a atmosfera, criaram solo e formaram ecossistemas que permitiram que os animais prosperassem em terra. Graças à evolução das plantas, a Terra tornou-se um planeta verde e vivo, cheio de vida diversa.
in ZAP
Postado por Fernando Martins às 22:33 0 comentários
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Porque hoje foi dia de recordar Miguel Hernández...
Aceituneros
Andaluces de Jaén,
aceituneros altivos,
decidme en el alma, ¿quién,
quién levantó los olivos?
No los levantó la nada,
ni el dinero, ni el señor,
sino la tierra callada,
el trabajo y el sudor.
Unidos al agua pura
y a los planetas unidos,
los tres dieron la hermosura
de los troncos retorcidos.
Levántate, olivo cano,
dijeron al pie del viento.
Y el olivo alzó una mano
poderosa de cimiento.
Andaluces de Jaén,
aceituneros altivos, decidme en el alma ¿quién
quién amamantó los olivos?
Vuestra sangre, vuestra vida,
no la del explotador
que se enriqueció en la herida
generosa del sudor.
No la del terrateniente
que os sepultó en la pobreza,
que os pisoteó la frente,
que os redujo la cabeza.
Árboles que vuestro afán
consagró al centro del día
eran principio de un pan
que sólo el otro comía.
¡Cuántos siglos de aceituna,
los pies y las manos presos,
sol a sol y luna a luna,
pesan sobre vuestros huesos!
Andaluces de Jaén,
aceituneros altivos,
pregunta mi alma: ¿de quién,
de quién son estos olivos?
Jaén, levántate brava
sobre tus piedras lunares,
no vayas a ser esclava
con todos tus olivares.
Dentro de la claridad
del aceite y sus aromas,
indican tu libertad
la libertad de tus lomas.
Miguel Hernández
Postado por Pedro Luna às 22:22 0 comentários
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